Domingo, 7 de Junho de 2009

Aquilino e o Homem da Nave

«Eu, sou um artista rude, filho da minha terra. Nasce-se com o berço às costas como uma geba. A beira Alta não tem símile no Mundo. Em poucas dezenas de quilómetros reproduz-se a terra toda: amenidade e braveza, a colina e o vale, a civilização e a selvajaria. À volta da aldeia onde ergui a minha barraca, no Inverno uivam os lobos ao desafio com o vento. Bela fanfarra! Na Primavera alteiam-se do solo, pelos caminhos trilhados, flores que a botânica dos sábios não teve ocasião de descobrir.»

 

 

 

publicado por naveserra às 22:44

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